Primeiro Comando da Capital
organização criminosa brasileira
Por que está em alta
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Pontos-chave
- Primeiro Comando da Capital ( PCC ), também referido como 15.
- Tem cerca de 30 mil membros, sendo 8 mil apenas em São Paulo.
- Calcula-se que hoje tenha cerca de seis mil integrantes dentro do sistema penitenciário e outros 2,6 mil em liberdade, apenas no estado de São Paulo.
- O Primeiro Comando da Capital está presente em 90% dos presídios paulistas, e os negócios particulares dos líderes e da própria facção têm faturamento estimado pela inteligência policial em, no mínimo, 400 milhões de reais por ano.
Primeiro Comando da Capital (PCC), também referido como 15.3.3 (abreviadamente 15 ou Quinze) ou simplesmente como Partido, é a maior organização criminosa do Brasil, com atuação principalmente no estado de São Paulo, mas também em todo o território brasileiro, além de países fronteiriços, como Paraguai, Bolívia, Colômbia e Venezuela. Tem cerca de 30 mil membros, sendo 8 mil apenas em São Paulo.
A organização surgiu em 31 de agosto de 1993 no Centro de Reabilitação Penitenciária da Casa de Custódia de Taubaté, no Vale do Paraíba, a 130 km da capital paulista, local que acolhia prisioneiros transferidos por serem considerados de alta periculosidade pelas autoridades. Calcula-se que hoje tenha cerca de seis mil integrantes dentro do sistema penitenciário e outros 2,6 mil em liberdade, apenas no estado de São Paulo.
É financiada principalmente pelo tráfico de drogas, mas roubos de cargas, assaltos a bancos e sequestros também são fontes de faturamento. O Primeiro Comando da Capital está presente em 90% dos presídios paulistas, e os negócios particulares dos líderes e da própria facção têm faturamento estimado pela inteligência policial em, no mínimo, 400 milhões de reais por ano. Alguns policiais e promotores acreditam que esse número pode chegar a cerca de 800 milhões de reais.
Vários dos ex-líderes da organização estão presos, como o criminoso Marcos Willians Herbas Camacho (vulgo Marcola), que cumpria sentença de 44 anos, principalmente por assalto a bancos, no Centro de Readaptação Penitenciária de Presidente Venceslau, onde estava presa toda a cúpula da facção, até ser transferido com outros 21 criminosos do Primeiro Comando da Capital para os presídios federais de segurança máxima de Porto Velho (Rondônia), Mossoró (Rio Grande do Norte) e Brasília (Distrito Federal), no dia 13 de fevereiro de 2019.
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