Margaret Sanger
enfermeira, sexóloga, escritora e ativista racista norte-americana
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Pontos-chave
- Sanger foi a responsável pela popularização do termo "birth control" (controle de natalidade, em português) nos Estados Unidos, abrindo o primeiro centro de planejamento de natalidade no país, e outros estabelecimentos ligados à organização Planned Parenthood Federation of America.
- As leis do Ato Comstock proibiam a circulação, venda e produção de toda literatura com qualquer tipo de conteúdo sexual, erótico ou informações e ativismo sobre controle de natalidade, seja sobre contraceptivos ou aborto.
- Por sua ligação à organização Federação de Paternidade Planejada da América, Sanger foi, e ainda é, alvo frequente dos críticos do aborto.
- A ONG, fundada em 1916, funciona até hoje, e é responsável por metade dos abortos legais nos Estados Unidos, além de globalmente oferecer serviços como educação sexual e controle de natalidade, inclusive no Brasil.
Margaret Higgins Sanger ou Margaret Louise Higgins (Corning, 14 de setembro de 1879 – 6 de setembro de 1966) foi uma enfermeira, sexóloga, escritora e ativista do controle de natalidade norte-americana, cujas ações acenderam debates sobre possíveis consequências eugenistas do uso inapropriado desta prática.
Sanger foi a responsável pela popularização do termo "birth control" (controle de natalidade, em português) nos Estados Unidos, abrindo o primeiro centro de planejamento de natalidade no país, e outros estabelecimentos ligados à organização Planned Parenthood Federation of America.
Em 1914, Sanger foi processada pelos Estados Unidos, sob às leis do Ato Federal Comstock, de 1873. As leis do Ato Comstock proibiam a circulação, venda e produção de toda literatura com qualquer tipo de conteúdo sexual, erótico ou informações e ativismo sobre controle de natalidade, seja sobre contraceptivos ou aborto. Com medo do que poderia acontecer, Sanger se refugiou nos países britânicos até que fosse seguro retornar aos Estados Unidos.
Por sua ligação à organização Federação de Paternidade Planejada da América, Sanger foi, e ainda é, alvo frequente dos críticos do aborto. Entretanto, o Planned Parenthood Federation of America passou a realizar abortos apenas em 1970, quatro anos após sua morte. A ONG, fundada em 1916, funciona até hoje, e é responsável por metade dos abortos legais nos Estados Unidos, além de globalmente oferecer serviços como educação sexual e controle de natalidade, inclusive no Brasil.
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