Claudia Jones
Jornalista e activista de Trinidade e Tobago
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Pontos-chave
- Claudia Jones , nascida Claudia Vera Cumberbatch (Port of Spain, 21 de fevereiro de 1915 – Londres, 24 de dezembro de 1964), foi uma jornalista e ativista nascida em Trindade e Tobago.
- Como resultado de suas atividades políticas, foi deportada em 1955 e, posteriormente, residiu no Reino Unido.
- Biografia Claudia nasceu em Belmonte, Port of Spain, Trinidad, em 1915.
- Sua mãe morreu cinco anos mais tarde.
- Em 1932, devido às más condições de vida, ela teve tuberculose, uma condição que irremediavelmente afetou seus pulmões pelo resto de sua vida.
Claudia Jones, nascida Claudia Vera Cumberbatch (Port of Spain, 21 de fevereiro de 1915 – Londres, 24 de dezembro de 1964), foi uma jornalista e ativista nascida em Trindade e Tobago.
Ainda criança, migrou com a família para os Estados Unidos, onde se tornou uma ativista política e nacionalista negra através da atuação comunista, usando o nome falso Jones como "desinformação de auto-proteção". Como resultado de suas atividades políticas, foi deportada em 1955 e, posteriormente, residiu no Reino Unido. Fundou o primeiro grande jornal negro da Grã-Bretanha, The West Indian Gazette, em 1958.
Biografia
Claudia nasceu em Belmonte, Port of Spain, Trinidad, em 1915. Quando tinha nove anos, sua família emigrou para Nova Iorque após a crise do preço do cacau, em Trinidad. Sua mãe morreu cinco anos mais tarde. Jones ganhou o Prêmio Theodore Roosevelt de Boa Cidadania em sua escola de ensino médio. Em 1932, devido às más condições de vida, ela teve tuberculose, uma condição que irremediavelmente afetou seus pulmões pelo resto de sua vida. Ela se formou no ensino médio, mas a sua família era tão pobre que não teve como pagar para assistir à cerimônia de formatura.
Vida nos Estados Unidos
Apesar de ser academicamente brilhante, classificada como uma imigrante mulher ela sofreu severas limitações em suas escolhas de carreira e, em vez de ir para a faculdade Jones começou a trabalhar em uma lavanderia e, posteriormente, encontrou um emprego no comércio, no Harlem. Durante esse tempo, ela se juntou a um grupo de teatro e começou a escrever uma coluna chamada "Claudia Comments" para um jornal do Harlem.
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